Você conversa sobre sexo com sua filha?

Sim.
Não.

Se sim, com quantos anos rolou a primeira conversa?

Antes dos 10 anos.
Dos 11 aos 14.
Dos 15 até 18.

De quem partiu a iniciativa: de você ou dela?

De mim.
Da minha filha.

Que ideia considera mais importante para passar para sua filha?

Que ela deve ter um relacionamento sério antes de transar pela primeira vez.
Que a virgindade é um valor.
Que se proteger é sempre o mais importante.
Que sexo é bom e saudável.

Sua filha já tem vida sexual?

Sim.
Não.

Se sim, como soube?

Descobri por acaso.
Ela me contou.
Eu desconfiei e perguntei.

Em relação à vida sexual da sua filha, do que mais você tem medo?

De que ela fique grávida.
De que ela contraia doenças sexualmente transmissíveis.
De que ela se arrependa.

Se sua filha ainda não tem vida sexual, espera que ela lhe conte antes, pedindo ajuda com métodos de contracepção?

Sim.
Não.

Qual seria sua reação se encontrasse uma camisinha nas coisas da sua filha?

Fingiria que não vi.
Perguntaria calmamente se ela está tendo relações e a chamaria para conversar.
Daria uma bronca.

Já espiou a caixa postal de e-mails ou de celular dela para tentar descobrir algo sobre a vida sexual dela?

Sim.
Não.

O que você recomendou a ela que levasse em conta ao decidir que era a hora da primeira vez?

A idade.
Se o relacionamento está sério.
Se ela tem informações suficientes para se proteger de gravidez e doenças.

Você falou com sua mãe sobre sexo antes da primeira vez? Essa conversa ajudou-a a tomar a melhor decisão?

Sim, falei. Mas isso não interferiu na minha vida sexual.
Sim, falei. E ela me ajudou a tomar decisões mais sábias.
Não falei.

Você se arrependeu da sua primeira vez?

Sim.
Não.