Estas máscaras maravilhosas
Aposte nelas para manter rosto e corpo hidratados e combater alguns dos principais problemas da gestação
Carol Azevedo | Fotos Karine Basilio | Realização Tomaz Souza Pinto
As máscaras são um recurso eficiente na batalha contra estrias, excesso de oleosidade e ressecamento da pele. Mais concentradas do que os cremes comuns, elas funcionam como uma terapia intensiva de beleza. O que não significa que os cuidados diários podem ser dispensados. “Máscaras são coadjuvantes, não substitutas de hidratantes, protetores solares e cremes clareadores”, alerta Marcelo Bellini, dermatologista da clínica Corpo em Evidência, em São Paulo. Na hora de escolher a máscara ideal para o seu caso, cuidado com os componentes da fórmula, especialmente nas 15 primeiras semanas de gestação. “A absorção das substâncias através da pele é pequena, mas, até os três meses de gravidez, não são feitos estudos em seres humanos”, diz o obstetra Renato Kalil, membro da American Academy of Family Physicians, nos Estados Unidos. Assim, princípios ativos mais recentes, como o DMAE e os neurocosméticos, devem ser evitados, por falta de estudos que comprovem sua segurança. Além disso, a pele da gestante é muito sensível, e um tratamento mais agressivo pode fragilizá-la e até provocar manchas. Comuns em máscaras clareadoras e para o combate à acne, o ácido retinóico e a hidroquinona também estão proibidos, mesmo em pequenas concentrações. “Essas substâncias ultrapassam a barreira placentária; portanto, é melhor não arriscar”, aconselha a dermatologista Carla Góes Sallet, autora do livro GRÁVIDA E BELA, (Editora Conex).
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