Saber pedir e segurar com classe um coquetel em um bar sempre foi e será sinal de elegância. Qual mulher não suspirou no cinema ao ver o agente secreto James Bond envergar seu drinque favorito, o dry martini? Esse é um dos clássicos que você aprende aqui, com o barman paulistano Derivan Ferreira de Souza. Fiel às receitas da International Bartender Association (IBA), o experiente profissional  revela ainda o segredo dos eternos bloody mary e kir royale, e ensina em primeira mão o sapphire flowers, de sua autoria.

Tipos de coquetel


Cada mistura pede o momento certo para ser apreciada. "Não dá para servir um digestivo como aperitivo ou um  coquetel quente à beira da piscina", exemplifica Derivan, do Easch Café, em São Paulo. Em seu Manual Prático de Bar, ele classifica os drinques como:
Aperitivos - Levam bebidas destiladas, vinhos, suco de limão. São dessa categoria os chamados on the rocks ou os short drinks (termos que também identificam alguns modelos de copos), indicados para antes das refeições.
Repousantes - Misturam destilados, sucos de frutas, xaropes de açúcar ou groselha. Para serem degustados à tarde.
Digestivos - Preparados com licores, destilados, café ou creme de leite. Podem ser servidos frios ou quentes, sempre depois das refeições.
 

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EDIÇÃO VIRGÍNIA LAMARCO
EXECUÇÃO DOS DRINQUES BARMAN DERIVAN FERREIRA DE SOUZA
FOTOS PEDRO RUBENS
REPORTAGEM E TEXTO MADALENA IONEDA
EDIÇÃO ONLINE GABRIELLA GALVÃO

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